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Beaufort

& Beaufort e saquê

O queijo: Beaufort…

O Beaufort tem um aspecto exterior amarelo pálido com orifícios minúsculos. A crosta pode-se tornar castanha clara à medida que for sendo maturada. A massa é lisa e branca/creme-amarelada. Exala um cheiro floral e um pouco frutado (dependendo das estações sendo que o cheiro de verão é mais frutado). Na boca, o Beaufort proporciona um registo aromático que cria um bouquet intenso e persistente com um fino toque a bolor. A massa é cremosa, elástica e macia e torna-se “amanteigada” como se diz, tendo um sabor entre o de manteiga e o de natas. A nota final é um pouco ácida e salgada.

 

A bebida: saquê…

A cor é clara com reflexos esverdeados. Revela um cheiro floral com uma nota de cereais e poeira (efeito terroir) e em seguida, revela toques de fumaça e uma complexidade frutada (pêssego e abacaxi). Na boca, este saquê manifesta-se através de um ataque ardente mas sem muito calor, instalando-se um pouco de redondeza com um toque frutado. A nota final é ligeiramente amarga, um pouco picante e muito “quente” graças ao álcool.

Temperatura para servir

Com o saquê, o degustador pode escolher a temperatura de acordo com os seus gostos, e sobretudo, prazer. Esta é uma das poucas bebidas que tem esse privilégio. É possível degustar o saquê fresco, muito ligeiramente quente ou à temperatura ambiente. Por outro lado, pode-se imitar o método japonês retirando o saquê do frigorífico e bebendo-o assim. Depois é bebido à medida que vai aquecendo à temperatura ambiente e se se desejar, pode ser aquecido apenas um pouco. Em cada etapa, deve procurar-se a que proporciona mais prazer!

 

A combinação de texturas e sabores

Esta combinação pode surpreender mas na prática é gratificante e rica mesmo em plena degustação. É possível constatar que se obtém uma verdadeira harmonia dos ingredientes que se correspondem graciosamente e se integram na perfeição. A temperatura desempenha um papel importante já que tem um efeito de “calor” que melhora a doçura do saquê.